segunda-feira, junho 13, 2011

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No despertar de cada manhã,
eu vejo...
A cada dor?
Eu sinto...
Eu me ingnoro por inteira,
prefiro não manter rótulos.
Eu me desafio,
dou passos tão grandes,
faço coisas maiores ainda;
Ao mesmo tempo acho que sei;
Sinceramente?! Não sei!
O tamanho e nem sua dimensão.
Só sei que faço. Mudo.
E tudo se transforma, constantemente...
Minha "sacola" é cheia de gente,
aquelas que ficam,
outras vão embora.
Eu...? Prefiro as que ficam!
Elas conhecem o peso de meus pensamentos.




"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo." - Fernando Pessoa. (Tá aí uma boa verdade sobre mim, nesta frase.)

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